A entrada de pacientes em hospitais pode ocorrer tanto de forma tranquila e controlada quanto de forma urgente e crítica. Em ambos os casos, é necessário providenciar uma forma de identificação para agilizar o atendimento e aumentar a segurança geral do hospital.

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Da mesma forma, em hospitais onde o volume de atendimentos é muito alto, é preciso usar algum critério de classificação de pacientes para determinar a ordem de atendimento e providenciar uma forma rápida e prática de indicar a sua prioridade.

Neste artigo, abordaremos como o uso de pulseiras em conjunto com um sistema de triagem pode resolver esta necessidade de um hospital.

A NECESSIDADE DE FAZER A TRIAGEM DE PACIENTES

Quando um paciente chega a uma unidade médica para receber o primeiro atendimento de seu problema de saúde, a primeira tarefa da unidade é definir qual especialista deverá atendê-lo. Contudo, devido ao cenário comum de haver no mesmo momento mais de um paciente precisando do atendimento do mesmo médico, a unidade médica também precisa definir a ordem de atendimento e o tempo de espera de cada paciente.

Tal tarefa adquire uma importância particular pelo fato dos pacientes geralmente terem problemas de saúde de diferente gravidade, que podem às vezes exigir tratamento imediato ou pelo menos não esperar por muito tempo. Portanto, ao chegar ao hospital, o paciente recebe uma primeira avaliação do problema, feita pelos atendentes do hospital (geralmente enfermeiros), seguindo um protocolo médico de classificação de riscos e das necessidades do paciente, e então é direcionado a uma fila de atendimento. Dependendo a gravidade do problema, ele é atendido imediatamente, ou em poucos minutos, ou em um tempo mais longo. Isto consiste em um sistema de triagem de pacientes.

A triagem é uma necessidade fundamental em hospitais, onde o volume de atendimentos é alto e um grande investimento em profissionais de saúde e equipamentos é feito, exigindo em troca uma otimização do seu uso. Em momentos de grande entrada de pacientes no hospital, geralmente não é possível disponibilizar imediatamente um profissional qualificado para cada novo paciente, portanto é necessário organizar o atendimento de forma a dividir corretamente estes recursos humanos e médicos sem colocar os pacientes em risco. A triagem realiza este papel, pautando-se pela gravidade do caso dos pacientes como critério de prioridade de atendimento.

O SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO DE TRIAGEM POR CORES: O SISTEMA MANCHESTER

Existem diversos sistemas de triagem. Muitos deles perceberam a utilidade de unir a necessidade de classificar a gravidade do paciente com a necessidade de identificá-lo enquanto estiver dentro da unidade médica.

Um dos sistemas mais utilizados é o Protocolo de Manchester. Ele classifica os pacientes através do uso de cores, usando pulseiras para identificá-los. Elas permitem que os enfermeiros e outros profissionais de atendimento definam rapidamente qual é a situação de cada paciente e realizem um atendimento mais rápido, evitando confusões e perda de tempo no caso de uma emergência. O sistema de cores utilizado é:

  • VERMELHO: Emergência. Será atendido imediatamente na sala de emergência;
  • AMARELO: Urgência. Será atendido com prioridade sobre os pacientes classificados como VERDE no consultório ou leito da sala de observação;
  • VERDE: Sem risco de morte imediato. Somente será atendido após todos os pacientes classificados como VERMELHO e AMARELO;
  • AZUL: Quadro crônico sem sofrimento agudo ou caso social. Deverá ser preferencialmente encaminhado para atendimento em Unidade Básica de Saúde ou atendido pelo Serviço Social. Se desejar poderá ser atendido após todos os pacientes classificados como VERMELHO, AMARELO e VERDE.

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A NECESSIDADE DUPLA DE SE IDENTIFICAR OS PACIENTES

A razão de se identificar pacientes enquanto estiverem dentro do estabelecimento não se limita a organizar o serviço de atendimento. Trata-se de uma questão de segurança para todas pessoas presentes no hospital.

Um dos problemas de segurança são as doenças contagiosas. Elas representam um risco para qualquer hospital devido à possibilidade de sua transmissão, a partir de pacientes infectados, para pacientes suscetíveis, profissionais de saúde ou mesmo transeuntes e visitantes do hospital. Muitas vezes isso requer o isolamento do paciente infectado em uma área restrita e controlada. Áreas de segurança como essa exigem implicitamente a identificação de todos os que entrarem e saírem do local, incluindo o paciente.

Além disso, o acesso e movimentação de pessoas dentro do hospital é algo que geralmente precisa ser controlado e eventualmente negado. As razões variam desde a necessidade de manter um ambiente calmo e tranquilo para a recuperação de pacientes, até a de evitar o contato de pacientes cujo sistema imunológico esteja fragilizado com pessoas de fora do hospital, as quais poderiam lhe trazer novas doenças.

Sendo assim, criar algum sistema de identificação de todas as pessoas que transitam no local é uma necessidade presente em qualquer hospital. No caso dos profissionais que trabalham no hospital, esta necessidade é atendida com cartões de identificação (crachás) ou outra ferramenta mais sofisticada e completa. Já no caso dos novos pacientes ou visitantes, não é viável confeccionar um crachá para cada um. Neste caso, utiliza-se pulseiras descartáveis. Estas pulseiras são impressas no momento em que a pessoa passa pela recepção do hospital e adentra suas instalações internas, contendo informações sobre a pessoa, o local aonde ela irá, e no caso de pacientes, a urgência do tratamento.

SOLUÇÕES PARA A CONFECÇÃO DE PULSEIRAS PERSONALIZADAS

Uma vez que se defina a questão da identificação de pacientes através do uso de pulseiras, resta saber como será a confecção das mesmas para os pacientes e visitantes do hospital. Uma forma prática, confiável e de baixo custo é a utilização de impressoras de pulseiras.

Por serem impressoras especializadas, elas dispensam uma configuração ou adaptação mecânica para trocar o tipo de material a ser impresso. Isto proporciona precisão da impressão e capacidade de imprimir altíssimos volumes sem precisar de manutenção.

Além disso, quando estas impressoras trabalham em conjunto com um software de impressão de pulseiras, proporcionam uma interface intuitiva de preenchimento das informações do paciente/visitante. Isto dispensa a necessidade de o profissional da recepção receber um treinamento longo, bastando indicar a ele quais campos que devem ser preenchidos a cada nova entrada no hospital.

No caso de impressoras de pulseiras para hospitais, o material das mesmas geralmente é antimicrobiano, garantindo um nível a mais de segurança para evitar a disseminação de doenças.

A QUEBECK E A IMPRESSORA ZEBRA HC100

A Quebeck oferece uma solução perfeita para a impressão de pulseiras personalizadas: a Zebra HC100.

A Zebra HC100, com cartucho de mídia integrado, combina a nova impressora térmica compacta HC100 com cartuchos de fácil instalação, que contém pulseiras antimicrobianas Zebra Z-Band® Direct.  A tecnologia inteligente identifica o tipo de pulseira e calibra automaticamente a impressora para obter uma qualidade ótima de impressão.

O desenho da HC100 oferece recursos de fácil uso, com interação mínima ou pode-se dizer, quase nenhuma, com o usuário. O treinamento necessário para a utilização da HC100 ou para a alimentação ou troca do cartucho é mínimo – é uma tarefa simples e rápida.

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CONCLUSÃO

Neste artigo abordamos as tarefas de triagem e identificação de pacientes de hospitais, mostrando a necessidade de classificá-los e identificá-los para prover um atendimento mais rápido e seguro, e para aumentar a segurança de um hospital.

Para mais detalhes a respeito dos benefícios da utilização de tecnologias para aumentar a segurança e o atendimento de um hospital, acesse o artigo EQUIPAMENTOS PARA AUTOMAÇÃO DE ÁREAS DE ISOLAMENTO DE PACIENTES.

Até a próxima!

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