Popularizado nos anos oitenta, o código de barras veio para mudar a maneira de se vender e comprar. Afinal, a automação de processos nas empresas trouxe rapidez e praticidade aos comerciantes e aos consumidores, substituindo as velhas etiquetas adesivas, tão populares nos tempos de recessão do Brasil

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Por ser tão comum em nossas vidas, o código de barras esconde características que o público em geral desconhece. Enfim, seus traços negros, espaços em branco e símbolos não são aleatórios, mas sim escondem uma série de variações preestabelecidas.

As variações do código de barras

O código de barras é um agrupamento de elementos gráficos com contraste. Ordenado para ser registrado por um escaneador e descodificado, gera um processo ágil de leitura de dados. É dividido, basicamente, em dois grupos: os numéricos e os alfanuméricos (que contém números, letras e caracteres de especiais). Contudo, em busca de aprimoramento e visando necessidades específicas, já foram criadas dezenas de simbologias de código de barras, que levam títulos como UPC-A, EAN13 e Code 128.

As mais comuns são as lineares, em que se revezam barras em preto e espaços em branco, além de símbolos diversos (por exemplo: apenas números no tipo EAN13; números e letras no tipo Code39). Há ainda o código de barras 2D (bidimensionais), cada vez mais popular, em que se encontram o Datamatrix e o PostNet. Cada série se adapta melhor a um tipo de uso comercial, cabendo ao usuário pesquisar e escolher aquela que corresponde a suas necessidades.

Os tipos de código de barras

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O código de barras armazena dados sobre produtos, unidades logísticas e localizações, entre outros. As características de cada tipo se adaptam ao seu porquê. O código EAN/UPC, por exemplo, é desenvolvido especificamente para a leitura no ponto de venda, pois oferece rapidez na captura da informação. Por sua vez, o DataBar, menor que o primeiro, também pode ser escaneado no ponto de venda, mas codificando dados adicionais, como número serial e data de validade. Seu uso é mais comum no mercado de frutas, verduras e legumes.

Já fora do ponto de venda, o GS1-128 costuma ser indicado à gestão logística, informando número serial, lote, data de validade e número do pedido do cliente, por exemplo. O ITF-14, por sua vez, é empregado por poder ser diretamente fixado em caixas de papelão.Por outro lado, o símbolo bidimensional (2D) é voltado às aplicações especiais, já que possibilita codificar informações em espaços bem menores que os códigos lineares, agregando dados extras, como código do produto, lote e validade. É bastante empregado no setor hospitalar, afinal, permite que se identifiquem itens pequenos, como ampolas, para mais detalhes leia o artigo Entenda a lei para rastreabilidade de medicamentos.

Esse símbolo, contudo, necessita de um leitor de código de barras bidimensional, logo, não pode ser utilizado no ponto de vendas que contém produtos legíveis apenas por leitores lineares.

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